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Anti-inflamatórios comumente tomados por crianças podem causar alterações no esmalte dentário, mostra estudo

  • fevereiro 1, 2023

anti-inflamatórios e suas alterações no esmalte dentário

Um estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP), Brasil, e publicado na revista Scientific Reports, mostrou que os anti-inflamatórios habitualmente utilizados em crianças podem estar associados aos defeitos do esmalte (DED) atualmente observados em cerca de 20 crianças.

Os autores, da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP-USP) e da Faculdade de Farmácia (FCFRP-USP), investigaram os efeitos do celecoxib e da indometacina, anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) classificados pela Organização de Saúde (OMS) na escada analgésica ao lado do paracetamol os resultados deste estudo foram.

Nos últimos anos, os dentistas da Clínica de Esmaltes da FORP-USP, que estudam e lidam diariamente com este problema, identificaram um aumento acentuado do número de crianças a serem tratadas por dor, branqueamento dentário, amarelecimento, sensibilidade dentária e fragilidade. Em alguns casos, os dentes das crianças são partidos simplesmente por mastigação. Todos os estes são sintomas típicos de um tipo de DED chamado hipomineralização do esmalte, cuja causa não é bem compreendida.

Como resultado, os dentes cariados desenvolvem-se mais rapidamente e as restaurações são menos adesivas e mais susceptíveis de se partir. Alguns estudos demonstraram que as pessoas com DED podem necessitar de 10 vezes mais obturações para serem substituídas durante a sua vida do que as pessoas com dentes saudáveis.

É a idade do doente: nos primeiros anos de vida, quando os DEDs se formam, as náuseas são frequentes e frequentemente acompanhadas de febre alta.

São geralmente tratados com anti-inflamatórios não esteróides que inibem a atividade da ciclo-oxigenase (COX, uma enzima inflamatória importante) e reduzem a produção de prostaglandinas (que também promovem a inflamação)”, diz o Professor de Pediatria do Departamento de FORP-USP e último autor do artigo. Francisco de Paula Silva, afirmou”. No entanto, sabe-se que o COX e as prostaglandinas são fisiológicos para o esmalte dentário, pelo que nos perguntamos se estes fármacos poderiam interferir com a formação normal desta estrutura”.

Para estudar esta questão, os investigadores utilizaram ratos. Os ratos são mais fáceis de analisar por que os seus incisivos crescem continuamente. Quando os ratos foram tratados com celecoxib e indometacina durante 28 dias, os dentes mostraram pouca alteração a olho nu. No entanto, quando começaram a extrair os dentes, descobriram que se tornaram mais susceptíveis à fissuração.

As análises baseadas em imagens e composição química sugeriram que a mineralização dos dentes foi afetada. Verificou-se que o cálcio e o fosfato, que são importantes para a formação do esmalte dentário, se encontravam abaixo dos níveis normais e que a densidade mineral também era baixa.

A exploração da causa disto revelou alterações nas proteínas necessárias para a mineralização e diferenciação celular, indicando que os medicamentos estavam a afetar a composição do esmalte dentário.

Próximos passos

Neste momento, está investigação dá-nos pelo menos pistas sobre a identidade dos novos atores que podem estar envolvidos na patogénese do DED. Até agora, temos estado totalmente no escuro”, diz Paula-Silva. Está importante descoberta só foi possível graças à colaboração entre a Clínica do Esmalte da FORP-USP e a Professora Lucia Helena Faccioli da FCFRP-USP. Ela deu uma contribuição fundamental para a nossa compreensão do papel dos mediadores lipídicos em relação às doenças que afetam os dentes”.

Planeamos agora realizar ensaios clínicos para confirmar as nossas descobertas em modelos animais”. Os estudos clínicos irão analisar a história médica das crianças com “DED” e o uso destes medicamentos, e correlacionar os dois conjuntos de dados para ver se o mesmo acontece em seres humanos. Se assim for, podem ser feitas recomendações sobre quais os medicamentos que não devem ser usados em que pacientes, disseram Paula-Silva, comparando esta situação com o caso da tetraciclina, um antibiótico que não é recomendado para crianças porque causa descoloração dentária, e “ajudar a conceber protocolos de tratamento adequados no futuro pode ser feito”, disse ele.

Outro ponto importante é o uso indiscriminado de medicamentos de venda livre, que parece estar a piorar com a propagação dos cuidados pediátricos, mas ainda não há informação concreta disponível sobre isto.

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